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Móveis de Madeira Manejada no Amazonas

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Mais informação: florestaviva.amazonas@yahoo.com.br

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 A "madeira manejada": uma madeira oriunda de "floresta manejada"

A madeira manejada" é uma madeira oriunda de floresta manejada.

Uma floresta manejada é uma floresta cuja forma de exploração permite manter os fluxos de produtos e serviços oferecidos.

  • Os produtos oferecidos pelas florestas nativas são conhecidos: peixes, animais silvestres, frutas, borracha, óleos, cipos ... e madeira.
  • Cada vez mais se toma consciência dos "serviços ambientais" oferecidos pelas florestas nativas: a manutenção da biodiversidade animal e vegetal, a contribuição na estabilização do clima, o sustento das comunidades ribeirinhas e indígenas, o sustento do desenvolvimento econômico e social do Amazonas....

Numa floresta manejada, a madeira é extraida através de um planejamento cuidadoso e com uso de técnicas de exploração de baixo impacto. Esse planejamento da extração da madeira se concretiza num plano de manejo florestal sustentável.

  • No momento do planejamento são decididas, por exemplo, quais espécies serão extraídas, quais árvores serão cortadas e quais ficarão para garantir a regeneração da floresta. Além disso, deve ser previsto como as árvores vão ser derrubadas e as toras arrastadas. Tudo isso na intenção de ocasionar um menor impacto ao meio ambiente.
  • As técnicas de extração da madeira contemplam, por exemplo, o corte prévio dos cipos e a queda orientada da árvore para reduzir os danos sobre as árvores remanescentes, bem como o aproveitamento máximo da madeira, etc.

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 Uma madeira que contribui para "manter a floresta viva"

Paradoxalmente, usar madeira de floresta manejada contribui na manutenção da floresta.

Frente à ameaça da pressão crescente sobre as florestas nativas no Amazonas, considerando à responsabilidade social de controlar o desmatamento e a impossibilidade logística de "proteger integralmente" os 153 milhões de hectares de florestas nativas do Estado, o governo idealizou o Programa Zona Franca Verde que se baseia na promoção e o uso sustentável da floresta por parte e em benefício de seus moradores.

É nessa perspectiva que o Programa Zona Franca Verde incentiva os extratores e madeireiros do Estado do Amazonas a elaborar Planos de Manejo Florestal Sustentável em Pequena Escala(PMFSPE). Possivelmente também, numa tentativa de influenciar outros Estados da região em estabelecer um programa similar para integrar um bloco de produção sustentável na região Amazônica.

Essa decisão do poder público sustenta-se nos seguintes argumentos:

  • As experiências em curso demonstram que é técnica e economicamente possível "usar" a floresta de forma sustentável, mantendo os fluxos de produtos e serviços oferecidos por ela;
  • Os moradores da floresta, tendo um interesse econômico na extração contínua de riquezas da floresta, são diretamente incentivados para que cuidem de tais riquezas;
  • As mudanças climáticas, os consumidores de madeira estão cada vez mais dispostos em "pagar" os esforços realizados para cuidar da floresta.

Com tais pressupostos, a difusão do manejo florestal sustentável em pequena escala se torna uma ferramenta poderosa em prol da defesa da floresta. A valorização no mercado da madeira de floresta manejada se torna uma condição e um vetor de proteção dessa imensidão verde.

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 Comprar "madeira de floresta manejada" : um ato responsável do consumidor

Quando comprar um artefato de madeira maciça, o consumidor mal ou pouco informado vai procurar o artefato de custo mais baixo, ou seja, geralmente o de madeira de desmatamento (legal ou ilegal). Isso pode até parecer lógico e legítimo por parte do consumidor quando considerar somente o seu interesse individual de curto prazo. Porém, atuando assim, o consumidor contribui ao desmatamento da floresta, com as conseqüências citadas acima para ele e os seus filhos: aceleração das mudanças climáticas, redução da biodiversidade, destrução de fontes de renda e emprego...

O consumidor informado das consequências socio-econômicas e ambientais do desmatamento se mostrará preocupado em comprar uma madeira que estimula a redução das taxas de desmatamento, ou seja, o consumidor informado comprará somente madeira oriunda de floresta manejada:

  • Ao comprar madeira de floresta manejada, ele aceita pagar um pouco mais para reconhecer os custos adicionais relacionados ao manejo florestal (planejamento e técnicas de extração);
  • Ao comprar madeira de floresta manejada, ele compra madeira e ele compra também a segurança de que está contribuindo na redução dos impactos negativos gerados pelo desmatamento.

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 "Viver da floresta mantendo a floresta viva" : um desafio para o poder público

A madeira de floresta manejada chegando na mão do consumidor final é o resultado de um processo produtivo complexo que envolve vários atores, os atores da cadeia produtiva da madeira manejada: o extrator, o moveleiro, a serraria, o transportador e o consumidor propriamente dito.

  • O extrator da madeira tem que planejar, realizar e custear atividades adicionais tais como: o inventário florestal, a elaboração do plano de manejo e a sua protocolização para a solicitação da licença de operação (licença ambiental)e das autorizações de transporte da madeira;
  • O moveleiro ou a serraria devem estar convencidos de que o custo adicional da madeira manejada possa ser agregado ao preço de venda dos produtos beneficiados;
  • O consumidor deve ser informado sobre o conceito e a disponibilidade de madeira de floresta manejada e assim, poder aceitar o novo valor assumido pela mesma.

É da responsabilidade do poder público criar as condições para a viabilização da cadeia produtiva da madeira de floresta manejada em beneficio dos moradores do interior do Amazonas. Sendo vários os desafios a serem enfrentados para que isso ocorra efetivamente:

  • Adaptar as normas (forma de elaboração do plano de manejo), os procedimentos (acessibilidade e desburocratização), os serviços de fomento (assistência técnica, crédito) e de controle (vistorias, licenças de operação, autorizações de transporte) às realidades locais dos atores da cadeia de produção madeireira;
  • Reduzir a concorrência da madeira clandestina, que evidentemente é uma madeira mais barata do que a madeira manejada. Isso pressupõe um esforço maior sobre a fiscalização;
  • Informar os atores da cadeia e o consumidor.

Esses são três desafios para o poder público, sobre os quais o Projeto Floresta Viva pretende estar contribuindo.

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 Móveis de Madeira de Floresta Manejada : uma cadeia produtiva estratégica

Na maioria dos 62 municípios do Amazonas, a extração da madeira representa uma fonte de renda principal ou complementar para um número significativo de famílias, mantidas por profissionais (não regulamentados) chamados "motosserristas" e "serradores". Eles abastecem em prioridade o mercado da construção civil e os marceneiros, moveleiros e comerciantes das sedes municipais, muitas vezes ainda de forma "clandestina". Cada motosserrista cria de 3 a 5 empregos; cada movelaria ocupa de 4 a 8 funcionários. A isso deve-se agregar os artesãos, entalhadores, transportadores... No total, estima-se que são mais de 10.000 ocupações diretas geradas, e quase a mesma relação no número de famílias envolvidas na cadeia produtiva de madeira/móvel no Amazonas, produzindo e beneficiando mais de 100 000 m3 de madeira (equivalente tora) por ano. Ajudar essas famílias a adotar práticas de manejo florestal e usar madeira de floresta manejada se torna uma das prioridades do poder público para:

  • Incluir na legalidade os indivíduos diretamente ligados nessa atividade (inclusão social);
  • Contribuir na geração de mais empregos e, conseqüente, aumento de renda no interior (desenvolvimento econômico;
  • Envolver os indivíduos diretamente ligados nessa atividade, e suas famílias, na proteção da floresta (fiscalização da floresta).

A experiência mostra que para comercializar a madeira de floresta manejada, os detentores de Planos de Manejo Florestal Sustentável em Pequena Escala (PMFSPE) tem que superar uma série de dificuldades: planejamento antecipado da produção, custo de produção maior devido às tarefas de manejo, dificuldades logísticas e de comunicação para atrair compradores do exterior, concorrência da madeira clandestina, número reduzido de espécies demandadas... Dessa maneira, foi pensado numa alternativa alcançável para minimizar parte desse esforço, que é a de envolver os moveleiros. Isso pode representar numa oportunidade estratégica pelas seguintes razões:

  • A produção contínua de móveis durante o ano todo garante um mercado para madeira e uma renda estável para os detentores de PMFSPE;
  • O beneficiamento da madeira em móveis gera uma margem que autoriza (teoricamente) um preço maior na compra da matéria prima;
  • A proximidade física dos moveleiros nas sedes municipais facilita (teoricamente) o planejamento da produção e comercialização para os pequenos detentores de PMFSPE, otimizando o aproveitamento da madeira com bitolas adequadas a demanda;
  • Os moveleiros tem maior facilidade de articulação para comercializar produtos madeireiros beneficiados fora do município, otimizando o custo unitário de transporte;
  • A demanda de móveis de madeira maciça oriunda de floresta manejada representa um mercado promissor com preços atrativos;
  • O desenvolvimento de novas linhas de móveis (camas, ropeiros, armários...) com variedades de madeira permite diversificar as espécies de árvores extraídas da floresta, contribuindo na sustentabilidade do PMFSPE.

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 Processo iniciado em três regiões do Amazonas
     Associações de moveleiros envolvidas

    O Projeto Floresta Viva apóia desde 2006 um processo de consolidação da cadeia produtiva de móveis de madeira manejada com quatro associações de moveleiros em três regiões do Amazonas (Alto Solimões, Médio Juruá, e Baixo Amazonas) :

    • a AMACAS: Associação dos Moveleiros, Artesãos e Carpinteiros do Alto Solimões, que reúne moveleiros dos municípios de Benjamin Constant e Atalaia do Norte;
    • a ASSPAM: Associação dos Produtores de Artefatos em Madeira de Tabatinga;
    • a AMEC: Associação dos moveleiros e extratores de madeira de Carauarí;
    • a AFAM: Associação dos fabricantes de artefatos de madeira de Maués, integrando também moveleiros do município de Boa Vista do Ramos.

    No total são seis municípios envolvidos no processo.

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     Objetivos e estratégia

    O objetivo consiste em criar condições para que as movelarias comprem volumes significativos e crescentes de madeira oriunda dos Planos de Manejo Florestal Sustentável em Pequena Escala (PMFSPE), a um preço que remunere satisfatoriamente os esforços adicionais ligados às tarefas de manejo.

    Em parceria com a FUCAPI, o Projeto Floresta Viva delineou uma estratégia que contempla :

    • O fortalecimento das organizações envolvidas;
    • O design e registro de linhas comerciais de móveis com forte conteúdo e apelo simbólico (madeira de floresta manejada, origem do interior, valorização da cultura e diversidade locais) e alta valorização da madeira (baixo consumo de madeira, custos de produção menores, preços de venda maiores);
    • O treinamento dos moveleiros com foco na produção em série dos produtos (uso de gabaritos), com diferentes padrões de qualidade;
    • O apoio ao marketing e arranjos comerciais (nos mercados locais e no mercado de Manaus);
    • O apoio para as negociações entre moveleiros e detentores de PMFSPE para definir as bitolas, planejar o abastecimento da madeira e negociar os preços de compra da madeira.
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     Passos seguidos desde 2006

    Desde 2006, os passos seguidos nesse processo inovador foram os seguintes:

    • Uma caracterização das cadeias produtivas da madeira nas três regiões;
    • Uma caracterização do setor moveleiro nas três regiões e em Manaus;
    • Uma caracterização da demanda de móveis nas três regiões e em Manaus (identificação de características, exigências e tendências no mercado de móveis para definição de novos desenhos);
    • Um apoio às associações de moveleiros para legalização e funcionamento dos empreendimentos de seus membros, conforme às leis orientam;
    • A organização de reuniões de discussão comercial entre atores dos municípios e de Manaus para elaborar os projetos de móveis para os mercados locais e de Manaus;
    • O design de 25 modelos de camas com a escolha e definição de 12 modelos, sendo para cada município: 01 modelo "tradicional", destinado mais especificamente para o mercado local, e 01 modelo "contemporâneo" com foco voltado para o mercado de Manaus);
    • A prototipagem e validação dos produtos com os moveleiros e com empresários de Manaus;
    • Um estudo preliminar dos custos de produção das camas;
    • O treinamento dos moveleiros para produção em série das camas (uso de gabaritos, acabamento, controle de qualidade) : tem um treinamento por associação, com uma duração de 10 a 12 dias e uma carga horária de 6 horas/dia da semana e 8 horas no sábado; sendo que cada moveleiro participante fabricando uma cama inteira, conforme especificações técnicas orientadas.
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     Exemplo do treinamento em Carauari

    O treinamento no Município de Carauari aconteceu no período de 26 de março a 9 de abril de 2007. Participaram efetivamente do treinamento 13 marceneiros que produziram 12 camas (06 camas Rio - linha Contemporânea, 06 camas Nature - linha Tradicional).

    Previamente ao treinamento, foram feitas visitas às movelarias, para sugestões de melhoria no layout do estabelecimento, nos processos produtivos estabelecidos, no uso e na manutenção de máquinas.

    As madeiras utilizadas para a confecção das camas foram a macacaúba (cama Rio) e sucupira preta (cama Natureza).

    As atividades realizadas foram as seguintes:

    Dia 1 Chegada ao município e visita ao local de treinamento.
    Dia 2 Aula teórica:
    • Apresentação de objetivos, metodologia;
    • Sensibilização inicial (foco: comprometimento e motivação);
    • Apresentação dos conjuntos de pranchas técnicas dos produtos; leitura de desenho técnico; noções de escala e medidas;
    • Matéria - prima / madeira: características gerais, corte, secagem; espécies utilizadas na produção;
    • Sensibilização 02 (foco: madeira manejada).
    Dia 3 Aula prática:
    • Sensibilização 03 (foco: segurança de trabalho, 5S e ginástica laboral);
    • Layout de marcenaria - fluxo de produção;
    • Uso de ferramentas manuais; instrumentos de aferição de medidas; afiação e regulagem de máquinas e ferramentas.
    Dia 4 Aula prática:
    • Seleção e organização de madeira;
    • Pré-corte;
    • Tema complementar - controle de medidas, melhor aproveitamento de madeira e destino de resíduos.
    Dia 5 Aula prática:
    • Corte de peças de acordo com especificações - "bitolar";
    • Uso e reprodução de gabaritos/moldes.
    Dia 6 Aula prática:
    • Respigar;
    • Perfurar;
    • Tema complementar - controle de qualidade no processo produtivo.
    Dia 7 Aula prática:
    • Tornear;
    • Produção de acessórios;
    • Tema complementar - controle de qualidade no processo produtivo.
    Dia 8 Aula prática:
    • Colagem;
    • Sensibilização 04 (foco: tendências - aplicações da diversidade de espécies - composição de cores)
    Dia 9 Aula prática:
    • Pré-montagem e encaixes;
    • Lixamento;
    • Sensibilização 04 (foco: tendências- desmontabilidade e modularidade de produtos ).
    Dia 10 Aula prática:
    • Preparo de superfície - lixamento;
    • Preparo e aplicação de aditivos químicos (selador, thinner, verniz);
    • Tema adicional: acabamento em selador.
    Dia 11 Aula prática:
    • Preparo de superfície - lixamento; preparo e aplicação de aditivos químicos (selador, thinner, verniz); polimento;
    • Tema complementar - controle de qualidade no processo final.
    Dia 12 Aula prática:
    • Armazenamento e embalagem;
    • Noções de formação de preços - composição de custos;
    • Avaliação final.

    Ver fotos do processo de treinamento em Carauari.

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     Passo atual : a comercialização "teste" das camas nos mercados locais

    As camas produzidas durante o treinamento serão vendidas nos mercados locais, com o intuito de:

    • Afinar os custos de produção e definir os preços de venda;
    • Definir e negociar acordos de comercialização com as lojas locais;
    • Elaborar e testar material de propaganda, para uma melhor definição da estratégia a ser adotada para a promoção da produção piloto das camas na cidade de Manaus;
    • Avaliar a aceitação dos produtos nos mercados locais.

    Esse passo está acontecendo agora.

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     Próximo passo : uma produção "piloto"

    O próximo passo consistirá em organizar e realizar uma produção "piloto" em série das camas, planejada para poder atender a demanda de fim do ano nos mercados locais e de Manaus.

    Procuram-se parceiros interessados em comercializar as camas.

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     Relação entre as associações de moveleiros e o Projeto Floresta Viva

    A relação entre as associações de moveleiros e o Projeto Floresta Viva são claras e formalizadas:

    • O Projeto Floresta Viva esclareceu o escopo do apoio que pode e pretende fornecer às associações de moveleiros, por meio de um termo de adesão assinado por ambas partes. Os moveleiros se comprometem em respeitar os requisitos legais, usar exclusivamente madeira de floresta manejada, e pagar um preço "justo" para os detentores de planos de manejo. Os moveleiros contribuem com contrapartidas na organização dos treinamentos e outras atividades implementadas junto com o projeto. O Projeto não intervêm nos contratos comerciais estabelecidos pelas associações de moveleiros.
    • Os desenhos de camas são registrados no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) em nome da FUCAPI, a qual cede sem custo os direitos de reprodução às associações de moveleiros por meio de um contrato de cessão de direito de reprodução. Os moveleiros tem a exclusividade dos modelos cedidos, em troca do compromisso de respeitar os requisitos legais, usar exclusivamente madeira de floresta manejada, e respeitar os padrões de qualidade. Somente os moveleiros com certificado de treinamento (da FUCAPI) têm o direito de reproduzir as camas.

    No total são 60 moveleiros do interior e 20 empresas de Manaus, envolvidos nesse processo.

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Projeto Floresta Viva - SDS
Tel: (92) 9152-7368
Rua Mário Ipiranga 3280
Parque 10 de Novembro
CEP 69.050-030 – Manaus / AM

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